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“Vivemos uma pandemia de obesidade”

“Os resultados apresentados no congresso relativamente aos custos da obesidade serão um fator sensibilizador para os decisores políticos mudarem a sua atitude no que concerne à comparticipação dos fármacos e terem em evidência que, com a comparticipação, acabam por ganhar e poupar dinheiro, no futuro.” Quem o afirma é o Dr. José Silva Nunes, do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, do Hospital Curry Cabral. Assista à entrevista.

O especialista refere que, atualmente, se vive “uma pandemia de obesidade”, tanto em Portugal como no mundo. Apesar de, em 2004, a obesidade ter sido reconhecida como uma doença crónica em Portugal, “é uma doença para a qual o tratamento médico e farmacológico não se encontra comparticipado”.

Existem, em Portugal, três fármacos disponíveis para o tratamento desta patologia. “Se não houver uma comparticipação, no fundo, vamos limitar bastante a possibilidade de doentes que podem beneficiar desses tratamentos.” No entanto, a utilização farmacológica permitirá obter “resultados superiores em termo de perda de peso”.

Os resultados apresentam um “fator sensibilizador” para os decisores políticos, podendo trazer uma mudança no paradigma na comparticipação dos fármacos. Com estes recursos, poderia estar a tratar-se da doença base – a obesidade -, mas também as doenças associadas como a diabetes e a doença hepática não alcoólica.

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